sábado, 2 de abril de 2011

Breve História do Palácio da Pena

“O Palácio da Pena surgiu em 1839, quando o rei consorte D. Fernando II adquiriu as ruínas do Mosteiro de Nossa Senhora da Pena para o adaptar a um palácio. O edifício original, em tempos ocupado pelos monges Jerónimos, data de 1503. A fachada principal do convento foi mantida, à semelhança do que aconteceu com a igreja e com o claustro, cujas galerias se encontram cobertas de azulejos.
Nascido na Alemanha, D. Fernando II trouxe para Portugal a arquitectura romântica germânica. O palácio, um projecto do Barão Eschwege, inspirou-se nos palácios da Bavária e juntou influências Mouras, Góticas e Manuelinas.
Nos anos 90, o palácio foi alvo de uma significativa restauração e a maior alteração é visível ao longe: a sua pintura em cor-de-rosa e amarelo. Apesar de ter chocado os habitantes de Sintra, habituados a verem-no 'vestido' de cinzento, estas eram, na realidade, as cores originais do Palácio da Pena!
O quarto monumento nacional mais visitado em Portugal está mobilado com peças características da altura em que surgiu e conta com excelentes vistas sobre os arredores.”




Como vamos lá chegar?!?!
Algumas imagens do Palácio
Vamos ver no palácio importantes obras de estilo manuelino
(lembras-te das Descobertas e de D.Manuel?)



O Camaleão Verde

Era uma vez um camaleão verde com manchas laranja que não conseguia camuflar de amarelo, nem de vermelho nem de azul...
Um dia o camaleão verde viu dois amigos dele a camuflarem-se, estavam a divertir-se muito. Todas as pessoas faziam troça dele, até a sua mãe. Ele não conseguia camuflar...
Um dia ele resolveu fugir. Caminhou noite e dia. Numa noite nuito fria, sentou-se numa rocha meio rachada com musgos esverdeados.
Quando recomeçou a andar apareceu um tigre e tentou comê-lo, felizmente o camaleão era rápido e escondeu-se atrás de duma rocha.
Continuando o seu cami-nho, o camaleão ficou com fome e resolveu trepar a um coqueiro para apanhar um coco. Lá em cima havia um pássaro que disse:
   - Tigre à vista! Tigre à vista! Tigre à vista!... – repetiu várias vezes.
Mas o camaleão não acreditou, aliás o tigre deu uma grande pancada na rocha. O pássaro não disse aquilo à toa, pois o tigre foi à procura do camaleão. Quando o tigre ia espetar aquelas garras que pareciam aço no camaleão, o pássaro lá de cima da árvore, começou a atirar cocos à cabeça do tigre.
Enquanto o tigre foi atrás do pássaro, o camaleão fugiu para Bué Bué Longe.
Quando andava pela cidade de Bué Bué Longe encontrou animais que nunca vira antes: lagartos, cobras e até cabras. Quando viu aquilo, quis voltar à cidade dos camaleões. Demorou 8 luas mas conseguiu voltar com pele e vida.
Mas como era costume, começaram a fazer troça dele, ele não conseguia camuflar...
Numa manhã de nevoeiro o camaleão verde e laranja foi à mata e viu um leão. O camaleão correu para a cidade para avisar os camaleões, mas ninguém acreditou nele.
Pouco depois o leão apareceu e quando estava prestes a matar os camaleões, o camaleão verde conseguiu camuflar-se e atirou pedras à cabeça do leão! Foi tão forte que o leão fugiu!
Os camaleões coroaram o camaleão verde rei por direito e fizeram uma grande festa !!!!! 

Bernardo Silva e Ionut Horju